Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
Ao longo da sua história, o povo basco foi frequentemente agredido e amordaçado mas nunca deixou de responder aos ataques que lhe lançaram. Perante a recente decisão do Estado espanhol de impedir a acção política da esquerda independentista, a revolta fez-se sentir. Novamente. Para mostrar que é impossível dominar o desejo de liberdade, a população usou todos os meios ao seu alcance para repudiar a decisão que levou à suspensão das actividades dos dois partidos que Espanha tenta calar.
A decisão não é nova, uma vez que as organizações políticas em causa, o Partido Comunista das Terras Bascas (EHAK) e a Acção Nacionalista Basca (ANV), já resultaram de outra agressão do Estado espanhol à liberdade e democracia em Euskal Herria com a ilegalização de forças antecessoras da esquerda independentista daquele país que Espanha quer à força que seja seu.
Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

entrevista completa em Gara.net
Euskadi Ta Askatasuna [Pátria Basca e Liberdade]:
"Não temos a menor dúvida de que uma maioria ampla da sociedade basca apoia o projecto de um Estado do País Basco"
Numa grande entrevista concedida ao diário basco Gara, a ETA afirma que "um povo, para garantir a sua sobrevivência, deve poder estruturar-se e é nesse contexto onde se situa o nosso [povo]: soberano, com o seu Estado próprio [...], um projecto que uma maioria ampla da sociedade apoia".
Considera que "Zapatero realizou uma decisão, uma decisão equivocada porque anuncia anos largos de conflito por parte do Estado espanhol", mas recorda que todos (PSOE e PP) são conscientes de que o conflito só será superado através de negociações: "Mais tarde ou mais cedo terão que voltar a esse caminho".
A ETA reitera que "não vai deixar passar as manobras de guerra suja de um Estado terrorista" e que actuará "contra quem persiga gudaris [combatentes bascos] ou cidadãos bascos.
"Não há derrota militar possível porque as raízes do conflito são políticas. Não podem vencer contra a vontade dos cidadãos."
"Os militantes do PSOE deviam reflectir sobre as consequências que acarreta para todos tanta repressão."
"Com o Plano Ibarretexe criaram um instrumento para representar um falso confronto com o Estado."
via
Gora Euskal Herria askatuta!
Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

http://free-batasuna.blogspot.com
Porque será que
falam do
Tibete, da
Birmânia, do Darfur e esquecem-se premeditadamente dos crimes que o estado terrorista espanhol pratica no País Basco ou do que os EUA fazem na Colômbia?