Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
A esta hora, estou a partir de Shanghai a caminho de Shenzhen, e desta cidade do sul da China irei de metro para Hong Kong.
Espero trazer algumas fotos desta cidade para publicar aqui.
Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008
Tenho-me mantido atento ao que se passou no dia 17 de Fevereiro na Sérvia. Ao consumar do plano do império naquela região. Com a supervisão dos EUA e a subserviência da União Europeia, tudo com o selo da NATO.
Em 1999, o império mostrou à Europa o seu lugar. Não criou uma nova guerra na América Latina, em África, no Médio ou Extremo Oriente mas mesmo na Europa. Claramente para circundar a Rússia. O que continuou a acontecer nos anos seguintes.
Depois da criminosa agressão à Jugoslávia que começou em Março de 1999, com curiosas (ou nem por isso) alianças entre o Exército de Libertação do Kosovo (UCK), os EUA e... Osama bin Laden. E os lacaios políticos europeus para dar alguma credibilidade ao acto. Um plano que ficará marcado na história por algumas das maiores operações de desinformação - como os forjados massacres atribuídos às forças Sérvias e realizados na realidade pelo UCK - e por hediondos crimes cometidos contra os povos dos Balcãs, como os bombardeamentos com armas de Urânio empobrecido que ainda hoje fazem sofrer os povos da região. Depois da tentativa de difamação pelos media "de referência" sobre Slobodan Milosevic, que foi posteriormente assassinado enquanto julgado no
Tribunal Penal Internacional, quando o julgamento começou a tornar-se incómodo para as potências da NATO. Agora a cereja que faltava em cima deste bolo, o objectivo de amputar a Sérvia de uma das suas províncias - por sinal a mais importante do ponto de vista geo-estratatégico e de rotas de transporte de petróleo e gás - e aí criar um protectorado, um pseudo-Estado, protegido e administrado pelas potências da NATO, ao serviço dos seus interesses.
Muita luz torna indistinto o que está bem evidente.
Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
Logo após a decisão de Fidel Castro de renunciar à presidência de Cuba, o número dois do Vaticano, Tarcísio Bertone, iniciou uma visita oficial de alguns dias àquele país comunista.
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No céu cinzento sob o astro mudo
Batendo as asas pela noite calada
Vêm em bandos com pés veludo
Chupar o sangue fresco da manada
Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada (bis)
A toda a parte chegam os vampiros
Poisam nos prédios poisam nas calçadas
Trazem no ventre despojos antigos
Mas nada os prende às vidas acabadas
Zeca Afonso
Cuidado Raul! :)
Domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Estive para colocar isto numa
segunda-feira santa...
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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Outro dia recebi este mail da Neide:
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Olá, não sei nem como começar este email...
Fico até sem graça de falar por aqui, me abrir, te falar o que sinto por email
mas foi a unica maneira que encontrei sem correr o risco de me ferir novamente..
Juro que voce é tudo que sonhei pra minha vida, eu adoro estar com vocÊ
desculpa esta falando por aqui, mas foi a unica maneira..
Eu fiz uma animacao com nossas fotos, com maior carinho , espero que goste...
Vou te conquistar e te ter pra mim, JURO!
AMO VOCÊ...
(aqui tinha um link que nos levava a um servidor brasileiro manhoso que supostamente ia mostrar a animação)
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... eu não quero correr o risco de parecer insensível, como algumas pessoas me chamam, nem a quero ferir novamente como ela diz, se calhar só não me estou a lembrar assim de repente de nenhuma brasileira chamada Neide que conheça ou com quem tenha tirado fotos... mas eu sou tudo para ela e vai fazer tudo para me conquistar.
A mim e aos outros 3000 que receberam este
spam...
Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
O Festival da Lanterna deste ano foi comemorado ontem, no 15º dia do primeiro mês lunar, e representou o fim das comemorações do Ano Novo Chinês. Coincide também com a primeira lua cheia do novo ano.
As primeiras comemorações do Festival da Lanterna datam da dinastia Han há mais de 2000 anos.
É comemorado em grande parte da Ásia mas no Vietname por exemplo, é designado por "Tết Thượng Nguyên" ou "Tết Nguyên Tiêu".
Comecei a ler acerca das origens desta comemoração mas os relatos religiosos e supersticiosos não me interessam muito e não têm lugar aqui. Parece que todos os deuses magnânimos e todo-poderosos de qualquer lado do Mundo têm em comum amarem-nos muito mas castigarem-nos das formas mais sádicas possíveis e imaginárias para toda a eternidade se não fizermos o que eles querem. Mas... de repente fico a pensar nas mudanças na História se a lindíssima Senhora de Fátima se tivesse enganado na azinheira e em vez de aos 3 pastorinhos tivesse aparecido a um solitário pastor na flor da idade...
Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008
As incertezas do futuro e do meu futuro atraem-me.
Só assim estamos "preparados" para o improvável, e só assim o improvável tem probabilidades de acontecer.
Tal como há mais de 2 anos percebi e escrevi para mim, quando comecei a querer e a preparar-me para viver na China, os meus conhecimentos técnicos seriam fundamentais para mim na China.
Foram eles a minha grande certeza e ajuda para a minha continuidade profissional neste país.
O futuro é incerto. Felizmente. Mas tentarei sempre procurar a maior diversidade de culturas e de vivências possível. Em qualquer lado.
Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
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Alguém me faz um bico
Alguém acende um bic
Alguém se afunda a pique
Alguém se balança
E há mesmo alguém que dança...
Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
Ainda não fui a Hong Kong, devo ir só nas próximas semanas. Mas tenho-me informado sobre este local.
Quando os Britânicos fizeram as malas e deixaram Hong Kong em 1997, naturalmente, levaram com eles a
bandeira britânica - mas deixaram a Região Administrativa Especial de Hong Kong sem bandeira.
E como tal a nova administração do território escolheu uma nova com um símbolo representativo de Hong Kong. A
Bauhinia Blakeana, também conhecida pela orquídea de Hong Kong, uma espécie de orquídea única no Mundo descoberta pela primeira vez no século XIX.
Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
O opus-deiano Paulo Teixeira Pinto ainda nem sabe bem o que fazer à indemnização de dez milhões de euros pela saída do BCP e com a vergonha de, antes dos 50 anos, ficar obrigado a receber até ao fim da vida 500 mil euros anuais, quando o Banco a que presidia começou a receber visitas... judiciais. Mas já arranjou um novo trabalho, vai dirigir a Causa Real.
O pio presidente, além das missas que vai dinamizar pela família quase real de Bragança, que bem precisa, para sufragar as almas de quem tanto pecou e tão mal fez ao País, vai iniciar as funções de presidente da Causa Real.
O país já esqueceu que, na sequência da tentativa revolucionária de 28-01-1908, o rei D. Carlos assinou em 31-01-1908, em Vila Viçosa, o decreto que legitimava a ditadura de João Franco, o encerramento dos jornais, o fecho do Parlamento, permitindo o desterro para Timor de grande parte da oposição republicana e até monárquica, mas a História é impiedosa a recordar o que deu origem ao regicídio e não esquece que os vilipendiados Manuel Buíça e Alfredo Costa foram os mártires que deram a vida para vingar a afronta desse decreto.
Mas a liberdade é um mero detalhe para o Opus Dei, uma instituição que apoiou a mais cruel ditadura do século passado na península Ibérica, a de Francisco Franco, e muitas outras na América do Sul, enquanto o mentor, monsenhor Escrivá, fazia uma carreira de tanta santidade que lhe bastou morrer para ser elevado aos altares.
Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Daqui a uns dias estarei em Hong Kong. Estou entusiasmado, tal como para qualquer outra cidade chinesa que visitei.
Hong Kong é mais uma marca na China de um passado imperialista e colonial neste caso britânico. Foi um resultado da primeira guerra do ópio.
Na primeira metade do século XIX, o Reino Unido era a potência mais poderosa do Mundo e com o seu desenvolvimento industrial, partindo já para a segunda fase da Revolução Industrial, era temível principalmente nos aspectos bélico e militar. Como tal, uma das necessidades dos países industrializados começou a ser o acesso a matérias-primas a custos reduzidos para o desenvolvimento dos seus produtos industrializados.
Com a exponencial procura pela burguesia europeia de seda, porcelana e chá, o acesso privilegiado e permanente a estes bens tornou-se prioritário para o império britânico.
A primeira guerra do ópio começou em 1839 e terminou em Agosto de 1842 com a assinatura do Tratado de Nanjing, o primeiro dos chamados "tratados desiguais", no qual a China aceitou abrir cinco portos ao comércio britânico (Guangzhou, Xiamen, Fuzhou, Ningbo, e Shanghai) e entregar Hong Kong ao domínio do Reino Unido durante 100 anos.
A segunda guerra do ópio (1856-1860) teve como protagonistas agressores não só o Reino Unido mas também a França e teve alguns objectivos curiosos e outros não muito originais. Um dos objectivos era que a China deixasse de se referir aos ocidentais por "bárbaros" ou "selvagens" (ummmmh porque será!...) nos livros e no dia a dia dos chineses e outro objectivo colonial era agora a abertura de onze novos portos chineses para o comércio com o ocidente e seria garantida a liberdade de movimento aos mercadores europeus e missionários cristãos.
Nota do autor: A religião sempre foi o instrumento necessário para as maiores barbaridades não parecerem tão terríveis.
Porque apesar de tudo, ele ama-nos...
Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
A Republica Popular da China é constitucionalmente um país ateu. Apesar de grande parte do seu povo ser ou ter comportamentos religiosos ou quase religiosos. Ou supersticiosos.
Entendo que alguns não compreendam isto afinal de contas, infelizmente, muitos dos que percebem o que estou a escrever (em português) não estão habituados ao significado de laicidade.
s.f. Qualidade do que é leigo. / Sistema que exclui as Igrejas do exercício do poder político ou administrativo e em particular da organização do ensino.
Isto significa na China, que o poder político respeita o passado histórico e cultural do seu país e do seu povo, mas não está refém dele.
Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
Ao longo da sua história, o povo basco foi frequentemente agredido e amordaçado mas nunca deixou de responder aos ataques que lhe lançaram. Perante a recente decisão do Estado espanhol de impedir a acção política da esquerda independentista, a revolta fez-se sentir. Novamente. Para mostrar que é impossível dominar o desejo de liberdade, a população usou todos os meios ao seu alcance para repudiar a decisão que levou à suspensão das actividades dos dois partidos que Espanha tenta calar.
A decisão não é nova, uma vez que as organizações políticas em causa, o Partido Comunista das Terras Bascas (EHAK) e a Acção Nacionalista Basca (ANV), já resultaram de outra agressão do Estado espanhol à liberdade e democracia em Euskal Herria com a ilegalização de forças antecessoras da esquerda independentista daquele país que Espanha quer à força que seja seu.
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
by Richard M. Stallman
Copyright was established in the age of the printing press as an industrial regulation on the business of writing and publishing. Its purpose was to encourage the publication of a diversity of written works. Its means was to require the author's permission to publish recent writings. Ordinary readers received the benefit of increased writing, with little reason to complain: copyright restricted only publication, not the things a reader could do.
Well and good—back then.
Recently we developed a new way of distributing information: computers and networks. They facilitated copying and manipulating information, including software, musical recordings, books, and movies, and offered the possibility of unlimited access to all sorts of data—an information utopia.
One obstacle stood in the way: copyright. Readers and listeners who made use of their new ability to copy and share published information were technically copyright infringers. The same law which had formerly acted as a beneficial industrial regulation on publishers had become a restriction on the public it was meant to serve.
In a democracy, a law that prohibits a popular and useful activity is usually soon relaxed. Not so where corporations have political power. The publishers' lobby was determined to prevent the public from taking advantage of the power of their computers, and found copyright a suitable tool. Under their influence, rather than relaxing copyright rules to suit the new circumstances, governments made it stricter than ever, forbidding the act of sharing.
But that wasn't the worst of it. Computers can be powerful tools of domination when developers control the software that people run. The publishers realized that by publishing works in encrypted format, which only specially authorized software could view, they could gain unprecedented power: they could compel readers to pay, and identify themselves, every time they read a book, listen to a song, or watch a video.
The publishers gained US government support for their dream with the Digital Millennium Copyright Act of 1998. This law gave publishers power to write their own copyright rules, by implementing them in the code of the authorized player software. (This practice is called Digital Restrictions Management, or DRM.) Even reading or listening without authorization is forbidden.
We still have the same old freedoms in using paper books and other analog media. But if e-books replace printed books, those freedoms will not transfer. Imagine: no more used book stores; no more lending a book to your friend; no more borrowing one from the public library—no more “leaks” that might give someone a chance to read without paying. No more purchasing a book anonymously with cash—you can only buy an e-book with a credit card. That is the world the publishers want for us. If you buy the Amazon Kindle (we call it the Swindle) or the Sony Reader (we call it the Shreader for what it threatens to do to books), you pay to establish that world.
Public anger against DRM is slowly growing, held back because propaganda terms such as “protect authors” and “intellectual property” have convinced readers that their rights do not count. These terms implicitly assume that publishers deserve special power in the name of the authors, that we are morally obliged to bow to them, and that we have wronged someone if we read or listen to anything without paying.
The publishers tell us that a cruel War on Copying is the only way to keep art alive. Even if true, it would not justify such cruelty; but it isn't true. Public sharing of copies tends to increase the sales of most works, and decrease sales only for the most successful ten percent.
But bestsellers can still do well. Stephen King got hundreds of thousands of dollars selling an unencrypted e-book with no obstacle to copying and sharing. The singer Issa, a.k.a. Jane Siberry, asks people to choose their own prices when they download songs, and averages more per download than the usual $0.99. Radiohead made millions by inviting fans to copy an album and pay what they wished, while it was also shared through P2P.
Works that are used to do a practical job should be free, permitting even publication of modified versions, but that's a different issue.
When computer networks provide an easy anonymous method for sending someone a small amount of money, without a credit card, it will be easy to set up a much better system to support the arts. When you view a work, there will be a button you can press saying “Click here to send the artist one dollar”. Wouldn't you press it, at least once a week?
To make copyright fit the network age, we should legalize the noncommercial copying and sharing of all published works, and prohibit DRM. But until we win this battle, you must protect yourself: don't buy any products with DRM unless you personally have the means to break the DRM and make copies.
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GNU Project
Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008
Domingo, 10 de Fevereiro de 2008
Depois da Ana 'Buéréré' Malhoa,
depois da(s) Floribela(s),
putos e canalhada, anuncio aqui que a Hello Kitty apanhou herpes labial do tuberculoso Sangoku, que por sua vez se envolveu numa relação homossexual com o Poupas da Rua Sésamo, que é estúpido.
...
Quanto tempo vai durar a sua fuga? Quanto dura? O que espera? Se chegar quem o espera?
...
Alguém o chora? Alguém por quem ele chorou, chorará por ele agora?
...
Está ansioso? E como não? Não estaria quem pisasse um desconhecido chão?
...
...
Porque insiste? Porque teima?
...
Porque tenta ultrapassar os seus limites?
...
Se te obrigam a fugir mais te obrigam a chegar junto de ti.
Valeu a pena?
Sábado, 9 de Fevereiro de 2008
Estive para colocar este post numa
segunda-feira santa mas decidi publicá-lo hoje.
Um vídeo interessante sobre a ICAR na história recente da Espanha. Não,
não é só na história franquista...

Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
Vivo na China há mais de ano e meio e quando se pensa em rumar a este país oriental alguns objectivos breves nos passam pela cabeça. Comer cão, andar na Grande Muralha, jogar ping-pong com um Chinês ou ver uma Dança do Dragão são alguns deles.
Já tinha feito quase tudo isto e muito mais mas nunca tinha visto ao vivo e a cores uma Dança do Dragão na China.
Um amigo e antigo colega de trabalho indiano, que tinha chegado a Shanghai algum tempo antes de mim, comentou comigo em tempos que já tinha andado por quase toda a China, já tinha visto muito neste país, mas nunca tinha presenciado nenhuma Dança do Dragão ao vivo mesmo em cidades chinesas mais tradicionais.
Ontem fui com a Elsa a Xintiandi, um dos mais bonitos lugares de Shanghai, e enquanto bebíamos um cappuccino vi passar um "Dragão". Com dúvidas sobre se poderia ser o Pinto-Rei fui ver.
Não era...
Foi um espectáculo inesperado, simplesmente fantástico, e representativo da milenar cultura chinesa, no primeiro dia do novo ano chinês.
Apesar de mostrarem pouco de um espectáculo magnífico de som e movimento, publiquei algumas fotos
aqui.
Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Hoje é o primeiro dia do novo ano chinês. Ontem foi uma verdadeira passagem de ano chinesa, o intenso cheiro a pólvora, o barulho quase ensurdecedor do fogo de artifício rasteiro e dos vários fogos de artifício que iluminaram o céu de Shanghai trouxeram, pela noite dentro, alguma "normalidade" de cor e som à noite e à comemoração da entrada no novo ano. Publiquei algumas fotos
aqui.
Por volta da meia-noite foi um cenário de indescritível beleza pela quantidade de fogos de artifício. Como nunca tinha visto em Shanghai. Talvez tenham guardado o fogo de artifício que não usaram nos dias anteriores para a noite de fim de ano. Magnífico.
Escrevi
um post há muito tempo que se referia aos dias em que calha o primeiro dia do ano chinês segundo o calendário gregoriano e ainda hoje é muito visitado por quem procura no google
algo relacionado com "ano novo chinês". Espero que sirva alguém a não perder o próximo.
Nas próximas semanas vou a Hong Kong. Estive em Macau no ano passado. Espero ver outra sociedade, muito ocidentalizada é certo. Mas segundo opiniões de amigos da China é um sítio muito interessante, muito diferente do resto da China.
Agradeci-lhes as ajudas e opiniões mas admito que temo o pior quando me dizem que um sítio é muito diferente da China... na China.